SABEDORIA ORIENTAL

Monge: O que deseja?
Mulher: Senhor, eu não sei o que fazer. Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, ele me enche de pancada.
Monge: Eu tenho um ótimo remédio pra isso. Assim que o seu marido chegar em casa embriagado, basta pegar um copo de chá de erva cidreira e começar a bochechar com o chá. Apenas faça bochecho e gargareje continuamente … e nada mais.
Duas semanas depois, a mulher retorna ao monge, alegre e parecendo ter nascido de novo.
Mulher: Senhor, seu conselho foi brilhante! Toda vez que meu marido chegou em casa bêbado, eu gargarejei, fiz bochecho com o chá e meu marido desmaiou na cama, sem me bater!
Monge: Tá vendo como ficar de boca fechada resolve?

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Desencarnações Coletivas (Emmanuel)

Nestes momentos de aflição, como que diante do que aconteceu em Santa Maria-RS, procuramos respostas. Observe a perspectiva espírita sobre estes eventos. (Ressalte-se a data: na noite de 23-2-1972).

Desencarnações Coletivas (Emmanuel)
Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).
RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de
sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
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Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.
***
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).

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Um Crucifixo Dourado

Um crucifixo sempre me fez pensar.
Como uma cruz (objeto símbolo das máximas punições romanas, fazendo saber o que esperava aqueles que subvertessem a ordem ou difundisse ordem contrária) pode ser a recordação maior de um homem que é um símbolo de amor, respeito e mansidão (“porque Jesus era manso”, lembrou sabiamente Seo Nico, meu sogro)?
Lembremos que os primeiros seguidores das “novas” de Jesus, os cristãos primitivos, não tinham o crucifixo como símbolo de referência a Jesus. O símbolo era o desenho de um peixe. Porque Jesus e os seus se auto-entendiam pescadores de homens (e de almas), mas também porque o peixe era o alimento mais popular da região, à época.
Mas, um crucifixo dourado me proporciona uma grande profusão de questionamentos. Sobre o signo e seus significados.
Para mim, não parece existir objeto mais contrastante à filosofia e às lições de Jesus do que um crucifixo dourado. O portador, logicamente cristão, refletiu um dia sobre o antagonismo entre os valores materiais (principalmente os objetos dourados) e o que professou Jesus diante deles?
O ouro é para mim o maior representante das coisas materiais. Significa-me o acúmulo, o luxo, a concentração de renda. E tudo isso me remete à individualidade, ao egoísmo. Tudo muito contrastante ao que o mestre professava. Que era o comunitário, o fraterno, às coisas do espírito (amor ao próximo, perdão, condescendência).
O crucifixo, de madeira ou de outros materiais, nos faz remete à triste lembrança do momento da crucificação. Tendem a nos lembrar (e impor) a culpa hereditária daqueles homens que maltrataram e crucificaram o mestre. Ou seja, este símbolo nos remete a Jesus pelos canais da culpa, da dor, do mal que lhe impuseram (alguns até acham que “todos nós” o impusemos). Quando, entendo, que as maiores lições que Jesus nos deu foi a do perdão e do amor incondicional. Para mim, totalmente opostas à simbologia do crucifixo.
Eu, por fim, diante de um crucifixo (mesmo um dourado) exercito a condescendência, compreensão e respeito ao próximo. Mas, não há como eu não observar uma pessoa com um crucifixo dourado no pescoço sem, de novo, refletir sobre a compreensão daquela pessoa sobre aquele o símbolo, seu significado e pertinência.
Sabe como é: a cabeça não desliga. O signo e seus significados, etc e tal…

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Nunca estamos sós.

O fato de pensar faz com que nunca estejamos sós, pois sempre sintonizaremos com nossos afins e compartilharemos com eles os fracassos ou vitórias, e estaremos permanentemente influenciando ou sendo influenciados. Quem gerar predominantemente idéias positivas se associará à outras energias positivas mas se as idéias forem predominantemente negativas, estará estabelecendo um vínculo energético negativo. Estamos permanentemente compartilhando e atraindo energias do mesmo nível das que emitimos. Um homem verdadeiramente evoluído não necessita criar mecanismos de defesa energética, pois o seu padrão mental e emocional determinará seus relacionamentos e assimilação energética, em alto nível. Ele escolhe conscientemente os pensamentos que produz e os utiliza em benefício próprio e da humanidade e desta forma não estará sujeito a ser influenciado negativamente. A mente de um indivíduo é sua propriedade e seu maior instrumento decrescimento. Deve ser aprimorada ao máximo bem como enriquecida e cultivada. A mente ociosa e inculta é como uma terra fértil abandonada às ervas daninhas. (Mauro Kwitko, in Psicoterapia Reencarnacionista, pág 153.)

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Frequentemente…

Frequentemente algumas pessoas queixam-se de serem vítimas de obsessores ou de trabalhos de magias que alguém lhe fez. Ora, uma pessoa não pode, em caso algum, tornar-se vítima de energias com as quais não sintonize, porque se não houver uma sintonia, elas não a afetarão. A obsessão é sempre uma ligação energética, estabelecida bilateralmente por sintonia vibratória semelhante. Então, se seres inferiores perseguem e atingem uma certa pessoa, é certamente porque pensamentos e emoções negativas estão sendo cultivadas. A tristeza atrai tristeza, o ressentimento atrai ressentimento, a raiva atrai raiva e assim por diante. (Mauro Kwitko, in Psicoterapia Reencarnacionista, pág 149)

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Algo para pensar (recolhido durante uma sessão de terapia)

Minha missão é muito maior do que aquele que ora me acompanha.

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Uma letra singela, Uma grande sacada.

A mi me gustaria saber que piensa una cerveza
cuando le ponen una chapa en la cabeza y la meten
en una nevera llena de botellas y se preguntan entre ellas,
¿dondé iremos a parar?,¿dondé iremos a parar?,

¿dondé iremos a parar?.

(y SIGUE ASI TODO  EL RATO…)

Que es lo peor que le puede pasar a una cervecita?
que se le rompa la boquita de cristal y la vuelvan
a meter en una caja de plástico
llena de botellas vacias.
y se preguntan entre ellas,¿dondé iremos a parar?,
¿dondé iremos a parar?, ¿dondé iremos a parar?

A mi me gustaria y parar, hablar de un coleguita,
que se llamaba el bar de l’Andreu 
y el otro día conocí a una botellita.
SE llamaba J&B.
Juanita barranco la llamavan a gritos!
Juanita barranco la llamavan a gritos!
Menos mal, que somos retormables.
Menos mal que somos retornables.
¿dondé iremos a parar?,¿dondé iremos a parar?,
¿dondé iremos a parar?.
(Y se repite la canción…)

Antonio Orozco

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